quinta-feira, 3 de maio de 2007

não fui eu, foi ele


A culpabilização e a desculpabilização são actos corriqueiros na política, mesmo entre parceiros. Veja-se um episódio retratado na edição desta semana de “O Povo Famalicense”. Sobre a colocação de uma floreira junto à Rua Camilo Castelo Branco, Durval Tiago Ferreira, vereador do pelouro Jurídico e Contencioso (primeiro na foto), remete as explicações para o seu colega José Santos, vereador do pelouro do Ambiente (segundo na foto), que informa a jornalista que o primeiro é que pode dar as explicações, que, por seu turno, acaba por não dar explicação alguma por não ter sido possível contactar. A novela segue para a semana.

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